30/07/09

O meu lar



Quero-te, como quem quer agua para matar a sede
E aspiro sofregamente da mão que me estendes
Aprecio o teu odor almiscarado
Condescendido no trago ofertado

Entrelaças os dedos da tua mão nos meus
Como uma bênção que vem dos Céus
Beijo teus olhos com ternura
E alicerço-me no teu peito com candura

O teu corpo é o meu mundo
Que acolhe o meu sentir profundo
O teu abraço é o meu lar
Que a todos os dias quero voltar

No teu olhar eu queria ver
A felicidade a prosperar
E com a cumplicidade dos nossos tempos
Podermos os dois a nossa casa voltar


Maria Escritos

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